|

Dedicado ao meu grande Amigo Ferdinando
Heme aquí
Heme aquí, en medio de la deshonesta desnudez de tu alma, como cuerda latiendo solitaria, ciega, bajo la nada, caminando sobre piedras en las calles empinadas
El feroz invierno presagia mi destino, no temo, nada pido,
No tengo futuro establecido
Vivo perdida en el valle donde no crecen los olivos
La muerte se adentra en mí, la he sentido anudarse a mi piel, olfateando mi tristeza, como bestia que conquista sin vergüenza
Proscritos mis días, lloré estérilmente bajo las zanjas de la luna, inasible, oculta en el silencio, y la noche parecía solicitar el blanco mausoleo al cielo
Noris Roberts
ÉS MEU ÚNICO AMIGO VIRTUAL Noris Roberts
Um anjo me abrigou nas suas pupilas com doce olhar me disse que me ama, tomou minhas mãos e beijou minh' alma …e eu aqui toda turbada poderia dizer-lhes que tem bonita face.
Ele compartilhou meus risos e as vezes provocando minhas lágrimas desbotando minhas esperanças. É meu amigo único virtual…
Ele que ha plasmou meus belos momentos nas páginas rosadas dum livro aberto …E assim começou escrever minha história enchendo-a de glória.
É meu amigo único virtual… Ele que abrigou meus turvos momentos quando pesava o frio inverno e desde seu interior percebia meus insones sonhos rezando comigo um credo , arrulhando sempre meus versos com seu branco sorriso, com seus olhos negros.
É meu único amigo virtual… O que ainda estando ausente continua ao meu lado como sinal sagrada cobrindo minhas dolorosas feridas por situações enimigas.
É meu único amigo virtual… O que de festa engalana minhas manhãs e inspira a beleza de seus versos no louro madrigal de meus sonetos. É meu único amigo virtual… Que tem um pouco de anjo e muito de Deus
©Noris Roberts
TUA AUSÊNCIA
Tua ausência chegou sem dar-lhe trégua à razão. Nem uma voz se escuta na habitação, só o alma dorme nos incisivos sóis que coroam minha mente pois a fadiga me desvanece. Esta de luto o amor. Bulle dentro de meu peito uma grande dor.
Afoga-me minha voz, e só em meus sonhos consigo abraçar um instante transitório e brevede quem muito te ama e quer. Que nos faltou à hora de amar? Os beijos nunca dados? O recife em tuas mãoscaindo meu corpo numa insônia desamparada?
Vago procurando lúcidos invernos que transborde arcano a esmola que desse por carícias tuas mãos. Que penetre o tálamo de meu coração e o oferendas docemente com vermelha paixão. Daquele amor nada ficou… Só o cristal que vive em meu corpo, onde um dia talhaste teus beijos.
© Noris Roberts Venezuela
Hoje deposito em teus lábios o beijo mas sagrado que de minha boca se escapou. A pureza de seu mar agitado. O sonho inimaginável. A calida preñez de meus olhos ao olhar-te.
Hoje prometo amar-te… Ainda que seja por um instante to expressa minha voz sollozante. Hoje prometo amar-te… Emoldurando a beleza de teu amor na pinceladas que traça em seu lenço o divino pintor.
Hoje prometo amar-te… Acalentando teu sorriso no orvalho de uma flor, entrego-te minha alma para que sejamos um nas mãos de Deus.
Hoje prometo amar-te… Com a celeste polifonía de meus versos. Com o celaje que se mece no vento. Com meus renovados pensamentos... E é que à hora de amar-te diáfanos são meus sentimentos.
Sonho minha alma livre na gravidez crepuscular que me mostra o caminho ao altar. Sou feliz… Por que amanhã terei a teu lado um palácio de marfim. Hoje prometo amar-te…
© Noris Roberts
Inevitável encontro fusionaram nossos corpos. Amante… Sou teu amante. A que transforma tuas vontades em paixão. A que acalma teu apetite sem importar condição. A que discretamente rouba tua ilusão. A do eterno verdor. A que detém o tempo por uma noite perdida em teu corpo. Amante… Sou teu amante. A que inunda tua alcova com a fragancia peculiar de seu aroma. A do inconfundível sentir. A que despoja tua sede. A da pele sedosa. A do lírio e o cravo. Amante… Sou teu amante. A sedutora fiel. O desenfreio. O entardecer. Seu confidente. Sua amiga. Sua mulher. Essa que à sombra da escuridão espera outro outono para acordar. Talvez amanhã em minha habitação, volte a converter-me nessa desvelada tempestade. Amante… Sou teu amante. Essa que percebe tua indiferença quando te vais. Canto desolado... meu ninho sem espigas se ficou.
Venezuela
©Noris Roberts
…E é que se me faz impossível plasmar minhas letras sobre as folhas secas de minha velha libreta. O fogo desenhado em meus lábios. O desejo precisado. A perpétua corrente que sujeitava meus orgasmos na estadia do silêncio onde bebi o amargo vinho de meu pranto. …E é que se me faz impossível reconciliarme com o passado. Por que sento que só um momento tive tua mão.
Ignoro se foi o destino ou o esquecimento... mais hoje não quisesse descorrer o véu de meus sentidos. Por que hoje levo uma dualidade com meus sentimentos. A sombra apaixonada e a umbría. A alegria e o lamento do dia. Maldito amor…. Expressar que não foste tudo aquilo que imagine em meus sonhos. Por que não coloriste meu frio inverno. Só o abismo, a dúvida esteve a meu lado. Os retalhos de amor que lentamente queimavam meu coração. …E é que se me faz impossível meus diálogos com o silêncio onde não consigo esvaziar o lacerante calornesta folha branca revestida de dor. …E é que se me faz impossível.
©Noris Roberts/ Venezuela CALA-TE FAZ-ME AMOR... ©Noris Roberts
Serve-te de mim… apalpa lhe traslucido desejo em minha côncava travessia como se fosse a ultima despedida . Hoje meus lábios falam sobre tua pele sem palavras… só com uma simples mirada entrelazados os dois corpos numa colossal batalha sobre o alvo satén de meu Lençol . Generosa minha úmida rosa , topando-se com tua pele… Ama-me até o amanhecer . Ama-me com o desejo deshonesto . Embriágame com o frenesi do vento posando teus dedos sobre o rosado de meus seios. Sussurra-me penetrante as vozes do céu aplacando meus desejos . A carícia que hoje precisa de tuas mãos . A avidez , a paixão , o desenfreio . A ribeira que espreita cativa teus beijos . O abençoado anseio . só peço uma noite em teu corpo . Penetra discretamente o fulgurante dourado em meu interior sentindo da pouco o néctar selvagem de meus lábios vermelhos . Cala-te… faz-me amor ainda que amanhã recorde que só foi um sonho e tão só estiveste em meus lúbricos pensamentos. Faz-me amor. Uma só carícia . Um só tremor . Sós tu e eu
©Noris Roberts/Venezuela
Sumergida en las nostálgicas notas de mi guitarra,
tu imagen sembrada en mis recuerdos
golpea las cuerdas solitarias de mi alma el oculto dolor
de las horas que juntos pasamos tu y yo.
Es un grito desenfrenado en el ruego conticinio donde te sueño y te invento resonando el vacío que dejaron tus besos
y yo, tras un cerco de lejanía,
colgada en el aire veo dormitar mi poesía.
Triste quimera taladran mis huesos,
se vuelve frío el inerte viento y mi pecho solloza lamento,
… diría que aun te sigo queriendo,
por que no encuentro otro motivo que escribir tu amor en las tibias hojas de mi corazón.
Por que la ilusión llegó a ahogarme y aun te siento a cada instante.
…Y mi guitarra lloró en las partituras inacabadas del amor que no permite hablarnos a toda voz.
… Y mi guitarra lloró sobre una manoseada canción que desabrigó el amor
remontando mi ansiedad en el mutismo acerbo de la olvidada sonadas de mis sueños.
¡Oh, guitarra!
deambula a la deriva tu sublime armonía por que desahuciado tú canto vaga fantasía.
No se escucha tu voz desde el último beso de aquel adiós.
.. Y mi guitarra lloró.
©Noris Roberts
En el nocturno de mi soledad, vivificando el amor no me eximas de tu corazón, ámame con grata pasión por que en mi cuerpo vivirás con lo imperfecto de tu afecto deseando mil veces lograr tu perdón que vivir con tu desilusión, aunque en mis ojos no seas mas que mágicos sueños de dolor.
Perdóname por amarte así… Con la noble verdad del que sabe amar, con la caricia mas tierna que besa al pasar por que lo hermoso de amarte es que con tus ojos llegaste a conquistarme pues en tus pupilas vi el amor manifestarse y seguiré amándote hasta lo imposible de alcanzar el camino que me lleve a tu altar y rebosar mi consiente soledad que se empeña en gritar que a tu lado quiere estar …y me absuelvo en el amor anhelando el consuelo de las heridas lastimeras que dejaste en mi cuerpo
…Y es que te amo de manera delirante que no acepto perderte ni un instante
por que fue tu cuerpo que dio calor a mis sentimientos, por que tu imagen certera me persigue convocando tu espera, por que aceptar que ya no estés a mi lado tal vez sería mejor no haberme amado …y es que te amo tanto que en mis sueños diarios tú eres el calvario sacrosanto en mis manos.
Perdóname por amarte así…
©Noris Roberts 
|